Essa frase está escrita no albergue da Rua do Hospital, atrás da quadra da Rambla, em Barcelona. Ela está escrita em três idiomas que são catalão, inglês e espanhol.
Na nossa viagem à Grécia, onde 34 filósofos clínicos e alguns convidados foram ver na prática aquilo que estudamos em livros, sobre o Parthenon, onde Sócrates viveu e morreu, Platão, Aristóteles, Diógenes... onde o apóstolo Paulo pregou ao Deus desconhecido. Estivemos em Corinto, Olímpia, no Oráculo de Delfus, passamos por Meteora e retornamos a Athenas, onde visitamos museus, sítios arqueológicos. Quanta informação que se transformaram em conhecimento em tão pouco tempo.
Algumas vezes me pergunto:
Viajar é o sonho de oito em cada dez pessoas, então porque tão pouca gente viaja? Custo das passagens, hotel, tempo disponível... afinal, o que leva algumas pessoas a sonhar em viajar e não viajar?
Viajar, para mim, é o melhor modo de se aprender geografia e história, conhecer novas línguas, novas culturas, novas arquiteturas, gastronomia, frutas, fauna, flora, conhecer gente diferente, importante, inteligente, conhecer melhor colegas de turma, expandir a mente.
Convidei uma amiga para ir a Grécia conosco e ela me disse que não poderia ir porque precisava trocar seu carro. Cada um com suas prioridades, porém se o sonho é viajar, porque trocamos o sonho por coisas?
Essa viagem à Grécia, para mim, foi o modelo de aprendizado mais rápido, onde uniu teoria e prática. Foi um sonho realizado.
Eu sou Beto Colombo, estamos juntos.
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