jorge - 09/01/2012
talvez um dia à águia volte,sobrevoe o galinheiro e ao menor descuido da galinha,com um voo rasante e com suas garras afiadas éla pegara sua presa,mas isso é a lei da natureza. Ao contrario das leis dos homens,que as águias do nosso pais estão disfarçadas de galinhas, e no meio desse imenso galinheiro sem dono e sem lei, estão abatendo suas presas e estarão sempre com suas garras bem afiadas.
Albertina Manenti Silvestrini - 14/07/2011
Querido Beto, no texto percebemos que muitas pessoas, por medo de enfrentar o diferente, ou por achar que não tem capacidade, acaba aprendendo o jeito galináceo de ser, de pensar, de ciscar a terra, de comer o milho, de dormir em poleiros...e desconhece os vôos nas nuvens, o cume das montanhas, o frio das alturas, a vista se perdendo no horizonte, o delicioso sentimento de dignidade e liberdade...è preciso que as pessoas rompem barreiras e acreditem que são capazes. No momento em que foi levada a montanha, com certeza a pobre águia começou a cacarejar de pavor misturado a memorias que ainda moravam em seu corpo, fez as asas baterem a princípio em pãnico, mas pouco a pouco com tranquila dignidade, se abrem confiantes, reconhecendo aquele espaço imenso que lhe fora roubado. É importante que saibamos que todos nós temos nossas capacidades e peculiariedades e não ter medo de voar e enfrentar os desafios. É assim que eu penso.
Estamosjuntos
Albertina
Deisi - 13/07/2011
Penso, que nós as vezes ,"na maioria", esquecemos do que podemos conquistar e nos limitamos a viver o dia a dia do mesmo jeito sempre. Principalmente se este estiver cômodo, sem nenhuma grande dificuldade que nos faça repensar quem realmente somos, e o que podemos conquistar.
Leandro Melo Silveira - 13/07/2011
Beto.
Seus textos, são muito legais.
Parabéns.
Todos os dias clico no seus pensamentos.
Grande abraço, e até amanhã.
Existem pessoas iluminadas, que nascem para evoluir e iluminar outras tantas que esta consiga chegar.
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